sexta-feira, 17 de maio de 2013

QUERIDO DEUS MUITO OBRIGADO.


 Querido DEUS MUITO OBRIGADO.
 Eu agradeço por me lembrar do poder que possuo.
  Agradeço por me mostrar que sou protegida,guiada e iluminada pela sua presença divina no mais íntimo do meu ser
. Agradeço, Senhor, por me dar abrigo na tempestade, por endireitar o que esta torto, por criar saídas onde parece não haver escapatória.
 Agradeço por me perdoar .
 Agradeço, Senhor, pela sua compaixão, pela sua graça, pela sua bondade, que estão sempre presentes, sustentando-me nos momentos mais difíceis.
 Agradeço, Senhor, por não me deixar esquecer que você me habita e é a força que dá vida a minha alma. Agradeço, Senhor, pela pessoa que sou.
Agradeço pela minha saúde.
Agradeço pela saúde da minha filha santiara.
Agradeço pela paz do meu lar.
Agradeço pela nossa paz espiritual.
Agradeço por colocar nos nossos caminhos anjos de luzes.
Agradeço por todo apoio que recebemos.
Agradeço pela paz familiar.
Agradeço pelo meu lar abençoado.
Agradeço por todos os médicos,enfermagem que me tratou com tanto zelo.
Agradeço pelo meu plano de saúde que cobre todas as minhas necessidades.
Agradeço aos meus pais que me deixou amparada,e por todo o amor recebido.
Agradeço pela forca de sempre da a volta por cima.
Agradeço pela minha vida.
Agradeço pelos vizinhos tão atenciosos.
Agradeço pelo apoio familiar.
Agradeço  pela a paz no meu coração.
Agradeço por ter o dom do perdão.
Agradeço  por sentir o seu perdão.
Agradeço por o senhor me amar ,mesmo com todas as minhas falhas.
Agradeço pela minha renda mensal.
Agradeço por nada nunca nós faltar.
Eu te agradeço pelo seu amor senhor,meu Deus amado.
Agradeço por Jesus está na minha vida.
Agradeço pelo Divino Espirito Santo está nós iluminando.
Obrigado meu Pai por tudo.
 Que Assim Seja.... Senhor meu DEUS e meu Pai; Eu te Agradeço por tudo que tens feito em minha vida: pela alegria de viver,pela\ minha filha maravilhosa,por minha família, pelo ar que respiro, pelos dons que me deste e pelos relacionamentos que possibilitam que eu cresça a cada dia. Obrigado, PAI,pelas oportunidades que me tens dado de testemunhar o Amor com que amas a mim e a todas as pessoas. Obrigado por Teu perdão e por dar-me uma vida plena e abundante . Senhor, a Ti, que já és dono de tudo o que sou e que possuo, dedico a minha vida, clamando que ela possa ser usada para fins nobres e verdadeiros e que todos os frutos de minha vida Honrem e Glorifiquem o Teu nome. Em nome de JESUS; Amém.

CONTROLE DA PRESSÃO ARTERIAL.

Com as modificações medicamentosas que eu fiz,a regularização do sono,o controle do nível do estresse externo,ou simplesmente o tumor deu uma nova pausa,o que interessa é que a minha pressão normalizou.
Hoje vou suspender a analgesia de horário.
Deixar o bromazepam caso necessário.
Mas vou manter as medicações anti-hipertensivas em quantidades máximas,ate ocorrer queda da pressão.
A minha pressão esta em torna de hipertensão leve;
140/100.
150/90.
geralmente quando saiu de crise sempre ocorre uma queda acentuada da pressão,quando ocorrer que eu vou passar a diminuir as doses gradualmente para que também não ocorra hipotensão grave.
Hoje eu posso afirmar;
 EU SAIR DA CRISE.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

EU TE AGRADEÇO.

 Hoje eu passei o dia melhor,tenho certeza que vou passar uma noite maravilhosa.
Quando as coisas parece sem solução,simplesmente não pense,repouse a sua mente  em cristo e a vitoria vem.

TABELA DE MEDICAÇÃO ATUAL-MAIO.

Estou esperando o milagre divino.
TABELA A PARTIR DO DIA 15 DE MAIO.
      01-  Minipress 3 cp em 12/12 horas e 2 cp em 12/12 horas. 
02- Carvedilol 12.5 [modificado aumentei a dose para 8/8 horas]
03- Renitec 10 mg.
04- Atensina O,200mg 1 comp em 8/8 horas.
05-  Diovan Anlo fix (320/10 mg, 1 vez ao dia )
06- Rasilez 300 mg
07- Minoxidil (10mg [modificado aumentei a dose para 8/8 horas]
08-Norvasc 10 mg 1 vez no dia.
09- Aldactone uma vez ao dia.
10-  Omeprazol 20mg em 12/12 horas
11-    Clexane 40mg em 12/12 horas
12-  Monocordil 20 mg em 8/8 horas
13-  AAS 100 mg
14-  Hidantal 100mg em 12/12 horas
15-    Sinvastantina 40 mg uma vez ao dia. 
16-bromazepam -caso insonia s/n [usei por três dias consecutivos,hoje vou deixar  caso necessário.
17-acrescentei lasix 40 mg 1 vez ao dia.

CIRURGIA DE FEOCROMOCITOMA EXTRA-ADRENAIS.

Resultado de imagem para uma mulher triste
Tumores extra-adrenais do abdome e tumores da bexiga A maioria dos tumores extra-adrenais está localizada nas proximidades das suprarrenais ou dos grandes vasos abdominais (isto é, aorta e veia cava inferior) Alguns tumores podem ainda estar localizados no espaço entre a aorta e a veia cava. A cirurgia para remoção destes tumores constitui um desafio ainda maior. O cirurgião deve decidir qual é o procedimento melhor e mais seguro (aberto versus endoscópico). Fatores que influenciam nestas decisões incluem tamanho, número de tumores (único versus múltiplos) e comportamento biológico. Sem dúvida, a cirurgia minimamente invasiva é igualmente vantajosa aos pacientes portadores de feocromocitomas extra-adrenais em termos de rapidez na recuperação e mínimo desconforto. Porém, como é tecnicamente difícil, deve ser feita apenas em centros altamente especializados. Feocromocitomas da bexiga são bastante raros  Tradicionalmente são removidos por cirurgia aberta. Após a retirada do tumor, as bordas da ferida são unidas através de uma sutura. Em casos selecionados, a remoção endoscópica pode ser possível, em alguns casos a cirurgia não é possível ser realizada. 

SINAIS E SINTOMAS DOS FEOCROMOCITOMAS E PARAGANGLIOMAS.


Sinais e sintomas dos feocromocitomas e paragangliomas Os feocromocitomas são caracterizados pelos efeitos dos hormônios que produzem, particularmente sobre o sistema circulatório. O coração, sob efeito destes hormônios, bate com mais força e mais rapidamente. Normalmente, estas alterações são episódicas. O pulso pode acelerar a mais de 200 batimentos por minuto e muitos pacientes podem literalmente sentir o batimento dos seus corações. Na maior parte das vezes, a avaliação inicial é feita pelo médico generalista ou pelo cardiologista. Frequentemente os sintomas não estão presentes durante a consulta e o médico não encontra uma causa para a queixa do paciente. A pressão arterial pode estar elevada cronicamente ou episodicamente. As elevações repentinas da pressão arterial (chamada de hipertonia intermitente) são típicas dos FEOCROMOCITOMAS. Outros sinais e sintomas incluem dores de cabeça e sudorese excessiva. Alguns pacientes apresentam ondas de calor sem causa aparente, forçando-os inclusive a trocar de roupas. Estas ondas de calor ocorrem de maneira imprevisível, sendo que a frequência dos episódios pode ser bastante variável: desde um único episódio no intervalo de várias semanas até vários no mesmo dia. A lista de sintomas dos feocromocitomas é longa. Os ataques podem levar à ansiedade e às crises de pânico. Frequentemente são acompanhados por palidez da face e aumento do diâmetro pupilar. Fadiga, perda de peso, urgência miccional, diarreia, elevação da glicose sanguínea, arritmias e insuficiências cardíacas podem acontecer (Tabela 1). Os sintomas dos pacientes portadores de feocromocitomas esporádicos são idênticos aos dos pacientes com feocromocitomas hereditários (isto é, pacientes com mutações nos 15 genes RET, VHL, NF1, SDHB, SDHC, SDHD, SDHA, TMEM127 e MAX). Todos os feocromocitomas causam os sintomas descritos anteriormente e nenhum dos sintomas está relacionado à localização do TUMOR.
Tabela 1:
Sintomas frequentes dos feocromocitomas
Dores de cabeça 92 %
Ondas de calor/sudorese excessiva 65 %
Taquicardia 73 %
Ataques de pânico 60 %
Agitação 51 %
Dor torácica, abdominal ou pélvica 48 %
Náuseas e vômitos 43 %
Fadiga 38 %
Perda de peso 14 %

PERIGO DO FEOCROMOCITOMA.

                      Resultado de imagem para uma mulher pensativa


                                  Quanto é  perigoso é um feocromocitoma?
Antes de descrevermos os riscos de um feocromocitoma em detalhes, gostaríamos de lembrar alguns fatos sobre o curso da doença. Boa parte dos pacientes que são submetidos à cirurgia já apresentava a doença há muitos anos. Comumente, pacientes de idade relativamente jovem procuram auxílio médico pelos sintomas. Os sintomas são normalmente inespecíficos, de tal forma que não levantariam a suspeita clínica de um tumor secretor de hormônios. Mal-estar, dor no peito e suor excessivo são queixas frequentes. Eventualmente, um ecocardiograma pode ser solicitado na avaliação dos sintomas, mas não mostra quaisquer alterações. Muitos pacientes apresentam hipertensão arterial, que normalmente não chama a atenção e acaba sendo tratada com medicamentos comuns (frequentemente, um beta-bloqueador). Então, caso os sintomas persistam, os pacientes podem ser encaminhados a um cardiologista, que por sua vez, possivelmente solicitará um eletrocardiograma e/ou um teste de esforço.  Alguns pacientes chegam até a serem submetidos uma angiografia. Contudo, na grande maioria dos casos, nenhuma anormalidade cardíaca é detectada. Certos pacientes são encaminhados ao psiquiatra, com diagnóstico de transtorno de ansiedade. Eventualmente, devido à insistência do paciente em procurar outros médicos para uma segunda opinião, outras hipóteses são
feitas e exames de imagem abdominal tais como ultrassonografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética são solicitados, o que acaba levando à detecção do tumor. Finalmente, uma combinação de exames de sangue e urina (catecolaminas e metanefrinas séricas e urinárias), associados aos achados dos exames de imagem, leva ao diagnóstico correto. Com isso, ocorre uma mudança completa do panorama. Os pacientes são agora informados que possuem um tumor perigoso, são internados no hospital (aparentemente às pressas) e preparados para a retirada cirúrgica do tumor.
Passam então a ser considerados como um “caso interessante”, e tanto os cirurgiões quanto os anestesistas rapidamente aparecem para avaliar e preparar o paciente para a cirurgia. O tumor, então, é retirado através de um corte “grande o suficiente” para que se tenha uma visão geral da área que contém um tumor tão perigoso. No pós-operatório, a maioria dos pacientes recebe a notícia de que o exame histológico revelou tratar-se de um tumor benigno. Mais recentemente, o paciente pode ser classificado de acordo com um escore (escore de Thompson – ver capítulo 10), que muitas vezes pode trazer informações adicionais sobre o risco de malignidade e predição de prognóstico. Recomendações para o seguimento pós-operatório, quando são feitas, limitam-se às dosagens periódicas de catecolaminas e os teste genéticos são raramente mencionados.  A seguir, resumimos a evolução típica de um feocromocitoma e descrevemos seus riscos: 1. Um feocromocitoma produz os hormônios de stress adrenalina e noradrenalina, e secreta-os episodicamente na corrente sanguínea em grandes quantidades, de forma descontrolada e imprevisível. Isto leva a sintomas, tais como aumento da frequência cardíaca, dores de cabeça, 12 sudorese excessiva e aumento da pressão arterial, com apresentação episódica ou contínua. A remoção cirúrgica do tumor reverte os sintomas e a hipertensão arterial. Porém, estes tumores, que na maioria das vezes acometem adultos jovens e saudáveis (conforme a experiência do registro Registro Internacional de Feocromocitomas de Freiburg, Alemanha), podem de maneira súbita se tornar uma ameaça iminente à vida. Contudo, complicações que trazem risco de vida são raras atualmente. Normalmente são precedidas por um longo período de sintomas associados a alterações da pressão arterial. Palpitações frequentes, sudorese excessiva e ondas de calor normalmente precedem complicações mais graves como insuficiência cardíaca ou derrame cerebral. Uma conjunção de fatores pode levar a uma crise súbita, por exemplo, quando um tumor não é diagnosticado como um feocromocitoma antes da cirurgia e a sua manipulação durante o ato cirúrgico leva a uma liberação maciça dos hormônios. 2. Frequentemente é questionado se há riscos de se injetar meios de contraste intravenosos em pacientes portadores de feocromocitomas. 3. Antes de procedimentos cirúrgicos deve-se obter um controle adequado da pressão arterial.  Os alfa-bloqueadores são os agentes de escolha. Já os beta-bloqueadores devem ser usados apenas quando há taquicardia e um alfa-bloqueador já foi administrado. Contudo, a experiência mostra que o uso dos beta-bloqueadores antes dos alfa-bloqueadores é aparentemente bem menos arriscado do que se pensava. 4. Durante a gestação, o risco de uma crise súbita é significativamente maior, devido ao aumento do volume uterino e aos movimentos fetais (ver capítulo 18). 5. Cerca de 5% dos feocromocitomas podem ser malignos. O tema feocromocitoma maligno . Em suma, os feocromocitomas oferecem risco à vida. A retirada
cirúrgica deve ser efetuada o mais breve possível e deve-se internar o paciente que apresentar sintomas agudos persistentes ao longo de dias. Situações especiais podem ocorrer em pacientes portadores de feocromocitomas assintomáticos e portadores de mutações nos genes RET, VHL, SDHD, SDHB, SDHC, SDHA, TMEM127, MAX e NF1. 13